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quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Microfisioterapia


"A microfisioterapia é capaz de encontrar lesões do passado, do presente e compreender o porquê que certas pessoas têm dificuldades de ir para o futuro, de ser livre"

Cicatrizes. Essa é uma palavra que marca o processo da microfisioterapia. Mas, nesse caso, elas não estão na pele, de forma aparente, mas nas células e tecidos de nosso corpo, fruto de eventos e traumas que ocorreram em nossa vida e não fomos capazes de solucionar completamente. Como na pele, essas cicatrizes deixam marcas que podem se manifestar em dores, doenças, alergias e insônias, para citar alguns exemplos. Mas há como eliminá-las.

O caminho para a descoberta dessas marcas e de como ajudar o organismo a ultrapassá-las foi percorrido pelos fisioterapeutas franceses Daniel Grosjean e Patrice Bénini. Percebendo que muitos pacientes voltavam com as mesmas queixas, eles iniciaram uma longa pesquisa. "Fiz osteopatia por 6 anos, anotava tudo o que era feito nas correções, mas as lesões recidivavam. Um professor disse na época que a pessoa que encontrasse a chave dos tecidos moles poderia progredir muito nos resultados", recorda Bénini.

Com esse start, ele e Grosjean começaram os estudos tendo como base a embriologia e a filogênese. Eles foram observando que ao liberar músculos do corpo, ele reagia de uma determinada forma.

"Quando liberávamos um músculo da família das vísceras, por exemplo, liberava a função de um órgão", cita Bénini. Os fisioterapeutas foram anotando todas as ligações e reações e expandiram os testes em todo o corpo. "Percebemos que poderíamos corrigir o corpo da cabeça aos pés.

Pela filogênese criamos leis no sistema nervoso que permitiu que elaborássemos a cartografia do corpo. Isso nos conduziu a todas as lesões nervosas que também envolvem disfunções musculares", detalha o fisioterapeuta.

Para confirmar os dados, eles convocaram pacientes para aplicar a técnica e foram anotando tudo o que era identificado de marca, todas as informações. "Queríamos ver se era repetitivo, e o fato de encontrar sempre a mesma coisa foi um elemento científico", completa Bénini. Essa primeira etapa de estudos, que envolveu a parte muscular e nervosa, durou cerca de 6 anos.

A experiência cresceu, chegou ao ambiente hospitalar, sempre com resultados positivos. "Fizemos uma pesquisa sobre colopatias funcionais, experimento grau A, que permitiu tratar essas pessoas que sofriam há anos, algumas há 40 anos, com resultado de 74% de melhora no real e 36% no placebo. Essa pesquisa explodiu sobre a criação da microfisioterapia em 1982, 83", diz Bénini.

Os estudos culminaram com a confirmação de que cada lesão tinha uma correspondência etiológica e patológica (causa e sintoma). Nisso foram mais 4 anos de estudos. A última etapa foi a do terreno, da hereditariedade. Memórias familiares também poderiam desajustar o organismo. As marcas podem surgir ainda na concepção. "Essa herança pode se rebelar e desestabilizar a função de um órgão", completa Bénini.

Atualmente a técnica vem ajudando fisioterapeutas e pacientes com tratamentos de resultado. "A microfisioterapia é capaz de encontrar lesões do passado, do presente e compreender o porquê que certas pessoas têm dificuldades de ir para o futuro, de ser livre. Podemos dizer que ela é extraordinária e preenche o desejo do fisioterapeuta de poder ajudar as pessoas a sair de suas dificuldades que emperravam a vida. Com a microfisioterapia os corpos se reparam sozinhos, o fisioterapeuta apenas tira o grão de areia que estava emperrando a máquina", finaliza Bénini.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Seu filho dorme bem?

O sono do seu filho é tão importante para ele quanto para você, certo? Uma das maiores dificuldades para muitos pais ocorrem justamente na hora de levar o pequeno para a cama. 


Por mais que a dificuldade para dormir esteja cada vez mais frequente na vida das crianças, é preciso estar atento. Na infância, cerca de 90% do hormônio do crescimento é liberado durante o sono. Crianças que dormem mal têm mais chance de ter problemas no desenvolvimento físico.
O que impede a criança de dormir bem vai de uma simples dificuldade até mesmo um distúrbio de sono. Algumas características dos distúrbio de sono:

  • Sono agitado e despertar confuso na madrugada, acompanhados de choro;
  • Insônia (dificuldade de começar ou manter o sono);
  • Distúrbios respiratórios (apnéia, roncos, entre outros);
  • Agitação, ansiedade, medos;
  • Terror noturno;
  • Sonambulismo;
  • Bruxismo etc.



Um sono reparador é uma das necessidades fundamentais que o organismo tem através do qual o ser se recupera mental e fisicamente das atividades diárias e se prepara para uma nova jornada. Com as crianças ocorre da mesma forma. Portanto, para uma boa saúde mental, física e emocional, é imprescindível que o seu filho durma bem.
As crianças com distúrbio de sono, frequentemente, se apresentam briguentas e agressivas, mal humoradas, com alteração de comportamento e concentração, inquietas, irritadas, podendo apresentar também dificuldades de aprendizagem e relacionamento e também déficits do sistema imunológico. 




Na maioria das vezes, existem questões emocionais associadas como por exemplo, a angústia da separação, afinal de contas, a noite é o momento em que a criança tem consciência de estar sozinha. Medos e sentimentos de abandono e perda também estão muitas vezes associados ao distúrbio. Encontrar a causa do problema (evento que desencadeou o distúrbio) e os padrões emocionais associados e reprogramá-los é possível através da microfisioterapia, que é uma técnica francesa que vem ganhando cada vez mais espaço no Brasil e age diretamente sobre a causa dos sintomas (saiba mais sobre a técnica em: http://alessandraparrela.blogspot.com/p/microfisioterapia.html).




Reorganizar a rotina do pequeno, disciplina e muito amor e segurança também devem ser levados em consideração para que seu bebê durma bem e consequentemente cresça com saúde e com equilíbrio emocional e mental.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Microfisioterapia na estética



No Brasil são realizadas, por dia, em torno de 1.700 cirurgias plásticas. Segundo o Datafolha, 73% são estéticas e somente 27% reparadoras. Um dado ainda mais alarmante é que, segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia plástica, de cada 100 brasileiros submetidos a esse tipo de cirurgia, 10 a 15 estão abaixo dos 18 anos, pelo que se vê que, atualmente, há uma busca incessante pelo corpo perfeito, custe o que custar.
Gordura localizada, celulite, obesidade e envelhecimento precoce são algumas, entre muitas outras, queixas das pessoas que hoje se encontram insatisfeitas com o seu corpo. O que fazer? Mudanças de hábito, consumo de alimentos mais saudáveis, realização de atividade física, tudo isso todos já sabem e, mesmo assim, o índice de insatisfação continua a crescer cada vez mais. Então, para se chegar a uma resposta, é preciso avaliar, entender, interpretar e corrigir a causa dessas queixas, sintomas e descontentamentos. Dessa forma, a pessoa poderá ser tratada de modo que a conquista do corpo desejado seja feita de forma saudável e duradoura. Quadros como gordura localizada, envelhecimento precoce, sobrepeso, por exemplo, não podem ser tratados como se fossem mero resultado de maus hábitos, pois, geralmente, há um componente psicológico. Essas patologias são, em sua maioria, conseqüências, ou seja, sintomas causados por eventos ligados a sentimentos de desvalorização, abandono, perda de proteção e medos, que ficaram registrados e “memorizados” pelo corpo em algum momento de sua vida. Logo, conclui-se que é preciso eliminar a causa inicial para que as disfunções estéticas desapareçam de forma mais rápida e efetiva.
Para tanto, a MICROFISIOTERAPIA, que é uma  técnica de tratamento que identifica a causa primária de uma doença ou sintoma e estimula a autocura,  desativa nas células a memória de traumas que podem gerar disfunções no organismo, sendo, portanto, uma forte aliada nos tratamentos dermato-funcionais(estéticos).






O tratamento da dor crônica através da microfisioterapia




Muitas pessoas tendem a ignorar alguma dor que sentem, não dando a ela a devida importância. É preciso lembrar sempre que dor é um aviso do nosso organismo, querendo informar-nos de que algo não está bem. É, portanto, um importante mecanismo de defesa e de preservação da nossa vida e deve ser devidamente valorizada e interpretada, para que se possa eliminar a causa que a originou.
A dor crônica é debilitante e apresenta  conseqüências nefastas para a condição física, psicológica e o comportamento. Seus portadores desenvolvem depressão, deficiências psicomotoras, lembranças e sensações de perda que muitas vezes guardam pouca relação com o quadro doloroso.
Quase sempre é possível estabelecer uma relação de causa-efeito entre algum distúrbio e a dor dele resultante. Nesses casos, devemos procurar eliminar a causa inicial, porque a dor, que é mera conseqüência, desaparecerá “automaticamente”.
Qualquer dor, seja ela aguda ou crônica, tenha ela causa conhecida ou não, tem sempre um componente psicológico. Este componente psicológico é extremamente variável de pessoa para pessoa, e é modificado e influenciado por fatores culturais, étnicos, sociais e ambientais. Há pessoas que, mesmo sentindo dor forte, têm perfeito controle sobre si. Outras, com a mesma dor, tomam atitudes irracionais, reagem de forma anômala frente ao stress da dor.
Dores crônicas costumam ter ainda mais envolvimento emocional que as dores agudas, e as reações das pessoas são as mais variadas. Algumas entregam-se, resignadas, e se habituam com a previsão de senti-la pelo resto de suas vidas. Outras encaram a dor, procuram ajuda, combatem, e muitas vezes a vencem, ou pelo menos a minimizam a ponto de levarem uma vida bastante normal e emocionalmente equilibrada.
A MICROFISIOTERAPIA desativa nas células a memória de traumas que podem gerar disfunções no organismo, é uma  técnica de tratamento que identifica a causa primária de uma doença ou sintoma e estimula a autocura, sendo, portanto, uma forte aliada no tratamento contra as dores crônicas.

Microfisioterapia e memória celular



“Um olhar diferente sobre a influência das emoções na saúde”

O corpo humano, como qualquer organismo vivo, é capaz de se adaptar, se defender e se corrigir de eventos agressores traumáticos, emocionais, tóxicos, microbianos ou ambientais.
Toda  vez que uma agressão (meio externo) for maior do que as possibilidades de defesa do organismo (meio interno) haverá uma “memorização” da agressão e modificação da vitalidade do tecido, atrapalhando o funcionamento das células e produzindo um mau funcionamento dos órgãos, patologias específicas, sintomas físicos e/ou emocionais.
Sendo assim, a microfisioterapia, técnica manual de fisioterapia, irá identificar nos pacientes as marcas de eventos não eliminados pelo organismo, que são as causas dos sintomas. Uma estimulação de zonas específicas encontradas no corpo possibilita a autocorreção do organismo e a reprogramação da memória celular.
Algumas indicações:
Alergias, enxaquecas, distúrbios do sono, síndrome do pânico, depressão, traumas e dores físicas, prevenção de doenças, traumas emocionais, ansiedade, fobias, medos, entre outras.
A técnica é indicada para qualquer pessoa independente da idade e não existe contra-indicação.
Alessandra Parrela Abreu
Fisioterapeuta
aparrela@yahoo.com.br
(35)88279220
(35)41010171