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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Meditação Transcendental é indicada para reduzir depressão


Alguns estudos apresentados na reunião anual da Sociedade de Medicina do Comportamento, celebrada em Seattle (Estados Unidos), indicam que a meditação transcendental pode ser uma forma efetiva de reduzir a depressão.
As pesquisas realizadas na Universidade Charles Drew, de Los Angeles, e a Universidade do Havaí reuniram negros e nativos do Havaí maiores de 55 anos com risco de sofrer doenças cardiovasculares.
De acordo com os cientistas, a depressão é considerada um importante fator de risco nestes casos.
No caso dos participantes que praticavam a meditação transcendental houve uma redução importante dos sintomas de depressão em comparação com os grupos de controle.
A maior queda foi verificada entre os participantes que tinham sintomas de depressão clínica.
Nos Estados Unidos cerca de 18 milhões de pessoas de idade avançada sofrem algum tipo de depressão.
“Esses resultados são encorajadores e comprovam os testes de eficácia da meditação transcendental como ajuda terapêutica para o tratamento da depressão clínica”, assinalou Héctor Myers, autor de um dos estudos e diretor de Treinamento Clínico do Departamento de Psicologia da Universidade de Los Angeles.

Fonte: http://www.espacoluzevida.com.br/meditacao-transcendental-e-indicada-para-reduzir-depressao/

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Entrevista com Bruce Lipton



Uma excelente entrevista com o respeitado pesquisador de células tronco, o norte-americano BRUCE LIPTON sobre como podemos controlar nosso corpo através dos nossos pensamentos para nos tornar mestres das nossas vidas. Vale muito a pena ler!!!

Um respeitado pesquisador de células-tronco, o norte-americano Bruce Lipton rompeu as fronteiras da biologia tradicional ao incorporar a ela conceitos da física quântica. Idéias surgidas a partir dessa ótica, como a equivalência da membrana celular ao "cérebro" das células e o controle que o ambiente exerce sobre as células a partir de suas membranas, confirmam a íntima relação mente-corpo e indicam como podemos usar os pensamentos para assumir o controle de nossa vida. Lipton relata sua extraordinária trajetória em "A Biologia da Crença" (Ed. Butterfly), tema da entrevista a seguir.

Em A Biologia da Crença, Lipton explica a íntima relação entre mente e corpo e o poder do pensamento na cura do PLANETA - O que é a "nova biologia" a que o senhor se refere em seu livro?

Bruce Lipton - Quando introduzi esses conceitos, em 1980, quase todos os meus colegas cientistas os consideraram inverossímeis. Mas a profunda revisão que a biologia convencional tem feito desde aquela época a leva hoje às mesmas conclusões a que cheguei 25 anos atrás. Os cientistas sabem que os genes não controlam a vida, mas a maior parte da imprensa ainda informa ao povo o contrário. As pessoas atribuem inicialmente suas deficiências e doenças a disfunções genéticas. As crenças sobre os genes levam-nas a se ver como "vítimas" da hereditariedade. Os biólogos convencionais ainda consideram que o núcleo (o componente interno da célula que contém os genes) "controla" a vida, uma idéia que enfatiza os genes como o fator primário desse controle. Já a nova biologia conclui que a membrana celular (a "pele" da célula) é a estrutura que primariamente "controla" o comportamento e a genética de um organismo. A membrana contém os interruptores moleculares que regulam as funções de uma célula em resposta a sinais do ambiente. Para exemplificar: um interruptor de luz pode ser usado para ligá-la ou desligá-la. O interruptor "controla" a luz? Não, já que ele é controlado pela pessoa que o aciona. Um interruptor de membrana é análogo a um interruptor de luz quando liga ou desliga uma função celular, ou a leitura de um gene - mas ele é, de fato, ativado por um sinal do ambiente. A nova biologia enfatiza o ambiente como o controle primordial na biologia.

Sua teoria também está relacionada à física quântica...

Pela medicina convencional, os "mecanismos" físicos que controlam a biologia se baseiam na mecânica newtoniana, a qual enfatiza o reino material (átomos e moléculas). Já a nova biologia considera que os mecanismos da célula são controlados pela mecânica quântica. Ela se concentra no papel das forças de energia invisíveis que formam, coletivamente, campos integrados e interdependentes. Para a mecânica quântica, as forças invisíveis em movimento nos campos são os fatores fundamentais que modelam a matéria. Os cientistas também reconhecem que as moléculas do corpo são controladas por freqüências de energia vibracional, de forma que a luz, o som e outras energias eletromagnéticas influenciam profundamente todas as funções da vida. Entre as forças energéticas que controlam a vida estão os campos eletromagnéticos gerados pela mente. Na biologia convencional, a ação da mente não é incorporada à compreensão da vida. Por isso, é uma surpresa a medicina reconhecer que o efeito placebo responde por pelo menos um terço das curas médicas, incluindo cirurgias. Ele ocorre quando alguém sara devido à sua crença de que um remédio ou procedimento médico vai curá-lo, mesmo se o medicamento for uma pílula de açúcar ou o procedimento for uma impostura. A nova biologia ressalta o papel da mente como o fator primordial a influenciar a saúde. Nessa realidade, uma vez que controlamos nossos pensamentos, tornamo-nos mestres de nossa vida, e não vítimas dos genes.

Em que a nova biologia difere do darwinismo?

Ela frisa que a evolução não é conduzida pelos mecanismos sublinhados na biologia darwiniana. A teoria de Darwin oferece dois passos básicos para explicar como a evolução ocorreu:
1) mutação aleatória, a crença de que as mutações genéticas são randômicas e não influenciadas pelo meio ambiente - a evolução é conduzida por "acidentes";
2) seleção natural, na qual a natureza elimina os organismos mais fracos numa "luta" pela existência, na qual há vencedores e perdedores.
Novas descobertas oferecem uma imagem diferente. Em 1988, uma pesquisa revelou que, quando estressados, os organismos têm mecanismos de adaptação molecular para selecionar genes e alterar seu código genético. Ou seja, eles podem mudar sua genética em resposta a experiências ambientais. Outros estudos mostram que a biosfera (todos os animais e plantas) é uma gigantesca comunidade integrada que se baseia em uma cooperação das espécies. A natureza não se importa com indivíduos numa espécie, mas com o que a espécie como um todo está fazendo para o ambiente.
Segundo a nova biologia, a evolução:
1) não é um acidente;
2) baseia-se em cooperação.
Uma teoria mais recente sobre o tema ressaltaria a natureza da harmonia e da comunidade como uma força motriz por trás da evolução.

Como o senhor concluiu que podemos comandar e mudar nossas células e genes?

Minhas primeiras idéias científicas basearam-se em experiências que comecei em 1967, usando culturas de células- tronco clonadas. Nesses estudos, células geneticamente idênticas foram inoculadas em três placas de cultura, cada qual com um diferente meio de crescimento. Em uma placa, as célulastronco se tornaram músculo; em outra, células ósseas; na terceira, células de gordura. Meus resultados, publicados em 1977, revelam que o ambiente controlou a atividade genética das células. Esses estudos mostram que os genes propiciam o surgimento de células com "potenciais", os quais são selecionados e controlados pela célula a partir de condições ambientais. As células ajustam dinamicamente seus genes de forma que eles possam adaptar-se às demandas do ambiente. Mais tarde, descobri que a membrana celular equivalia ao cérebro da célula. No desenvolvimento humano, a pele embriônica é a precursora do cérebro. Nas células e no ser humano, o cérebro lê e interpreta a informação ambiental e então envia sinais para controlar as funções e o comportamento do organismo.

Quem está no comando do nosso corpo?

Nas primeiras semanas do desenvolvimento do embrião, os genes basicamente controlam o desenvolvimento do plano corporal de um humano (criam dois braços, duas pernas, etc.). Uma vez que o embrião toma a forma humana (torna-se um feto), os genes assumem uma posição secundária, controlando o desenvolvimento do corpo pela informação ambiental. Durante esse período, a estrutura e a função do corpo fetal são ajustadas em resposta à percepção do ambiente da mãe, que, via placenta, influencia a genética e a programação comportamental do feto. A "leitura" dos sinais ambientais (no útero e após o nascimento) capacita as células do corpo e seus genes a fazer ajustes biológicos para sustentar a vida. Como os sinais ambientais são lidos e interpretados pelas "percepções da mente", a mente se torna a força básica que, em última instância, modela a vida de uma pessoa.

Como os campos energéticos controlam a bioquímica do corpo?

As funções do corpo derivam do movimento das moléculas (basicamente proteínas). As moléculas mudam de forma em resposta a cargas eletromagnéticas ambientais. Influências físicas tais como hormônios e remédios podem oferecer essas cargas elétricas indutoras de movimento. Mas campos de energia vibracional harmonicamente ressonantes também fazem as moléculas mudar de forma e ativar suas funções. Enzimas de proteínas podem ser ativadas num tubo de ensaio por substâncias químicas e por freqüências eletromagnéticas, como ondas de luz.

Podemos evitar doenças enviando mensagens positivas para nossas células?

Só 5% das doenças humanas são relacionadas a defeitos genéticos de nascença. Portanto, 95% de nós nascemos com um genoma adequado a uma vida saudável. Para os doentes dessa maioria, a pergunta é: por que estamos tendo problemas de saúde? Reconhece-se hoje que o estilo de vida causa mais de 90% dos problemas de coração, mais de 60% dos casos de câncer e, talvez, todos os casos de diabete tipo 2. Quanto mais olhamos, mais vemos como nossas emoções, reações à vida, dieta pobre, falta de exercício e estresse modelam nossa vida. Como temos um controle significativo sobre nosso organismo, podemos reprogramar a saúde e a vida com nossas intenções. Se de fato soubessem como o seu organismo funciona, as pessoas poderiam influenciar sua saúde, e isso seria o melhor preventivo para a doença.

É possível remodelar nossos pensamentos mais profundos?

O problema é que não entendíamos como a mente trabalha. Temos duas mentes, a consciente e a inconsciente. Associamos a primeira à nossa identidade pessoal - é a mente pensante, racional. A mente subconsciente opera sem a supervisão da consciente - é a "mente automática". Se as crenças da mente subconsciente conflitarem com os desejos da mente consciente, quem ganhará? A resposta é clara: a mente subconsciente, pois ela é uma processadora de informações um milhão de vezes mais poderosa do que a outra e, como os neurocientistas revelam, opera em torno de 95% do tempo. Pensávamos que se a mente consciente se tornasse cônscia de nossos problemas, automaticamente corrigiria quaisquer programas negativos descarregados na mente subconsciente. Mas isso não funciona, porque a mente subconsciente é como um gravador - ela grava comportamentos (os fundamentais, na maioria, são armazenados antes dos seis anos de idade) e, ao se apertar um botão, o programa será repetido incontáveis vezes (hábitos). Não existe uma "entidade" na mente subconsciente que "ouça" o que a mente consciente quer.
Pensamentos positivos funcionam quando a meta desejada é apoiada pelas intenções da mente consciente e pelos programas da mente subconsciente.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Como a identificação com a mente gera sofrimento



A identificação com a mente faz com que estejamos sempre pensando em alguma coisa. A incapacidade de parar de pensar é uma aflição terrível, mas nós não percebemos porque quase todos nós sofremos disso e, então, consideramos uma coisa normal. O incessante ruído mental nos impede de encontrar a serenidade interior que acontece quando nós nos conectamos com o nosso ser. E esse ruído, essa identificação com o pensar e com a mente está sempre vinculada ao passado e ao futuro, essa ligação ocorre através das nossas memórias, que usamos tanto para projetar um futuro quanto para "remoer" o passado, criando dessa forma, o medo e o sofrimento para nós (nas nossas memórias estão armazenados todo o medo, toda a insegurança e sofrimento já vivenciados por nós e por toda a nossa ancestralidade). O pensador compulsivo, ou seja, quase todas as pessoas, vive em um "mundo interno" povoado de conflitos e problemas. Um mundo que reflete a fragmentação da mente e das nossas percepções, afinal, se sou identificado com a mente não enxergo a realidade, somente consigo ver através dos fragmentados filtros que são resultados daquilo que já conheço e já vivi. Quando estou no presente, no AQUI e AGORA, em estado de atenção plena, eu me livro da identificação com a mente, consequentemente, dos conflitos internos e do sofrimento. Sinta o que vou dizer: pare, olhe tudo ao seu redor, veja as formas, as cores, sinta o cheiro do ambiente, ouça o barulho, respire profundamente e perceba esse momento. Seja  bem vindo ao presente. Se você está aqui,  perceberá que não há motivos para se preocupar, para ter medo ou sofrer. Nada de mal está acontecendo agora. Isso é  libertação. Liberte-se!

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Os efeitos da respiração na meditação

Algumas meditações usam técnicas na qual o praticante é instruído para simplesmente prestar atenção ao seu padrão de respiração natural, enquanto outras usam variadas formas para controlar a respiração: respiração leve, profunda, lenta ou rápida, pela boca, pelo nariz, ou uma combinação desses estilos.




 Pesquisas mostraram que os exercícios respiratórios reduzem o estresse e a ansiedade, aperfeiçoando as sensações, ajudando no abuso de drogas e melhorando a sensação de bem-estar, além da auto-estima. Também ajudam as pessoas a lidar com problemas como transtorno de pânico, doenças cardíacas e pulmonares.
A respiração LENTA e FOCADA aciona a resposta corporal ao relaxamento e aumenta os níveis de dopamina em diferentes partes do cérebro durante os primeiros dez minutos. É por isso que a experiência é tão agradável. 




A respiração PROFUNDA aciona uma resposta neurológica diferente e inicialmente diminui a atividade do lobo frontal. Ela reduz a quantidade de gás carbônico no sangue , que em troca reduz o fluxo de sangue em outras áreas do cérebro, diminuindo a atividade cognitiva. Em outras palavras, contribui para acalmar a mente. Então, se você tem dificuldade em afastar os pensamentos, aprofunde a respiração enquanto medita.




A respiração RÁPIDA e PROFUNDA (usada somente em procedimentos terapêuticos devido a sua intensidade) também tem efeito no sistema límbico e isso pode ativar uma grande variedade de respostas emocionais. Se você praticá-la mesmo durante  uns poucos minutos, poderá perder a consciência de modo súbito ou inesperado.




Em geral, quando meditamos, é recomendável que respiremos pelo nariz. Por quê? É que a respiração nasal aumenta a liberação de monóxido de nitrogênio no organismo, e isso melhora o funcionamento dos pulmões e sistema circulatório. Esse aumento também pode contribuir para reduzir a ansiedade, especialmente em situações socialmente intensas. Também mantém a temperatura interna do cérebro em equilíbrio.
Esses são alguns dos efeitos dos diferentes tipos de respiração na meditação. O ideal é que antes de começar as práticas meditativas você procure alguém para orientá-lo a melhor forma para que você possa usufruir de todos os efeitos benéficos que a meditação pode proporcionar.

Baseado nos estudos do Dr. Andrew Newberg

domingo, 12 de fevereiro de 2012

A força do autoperdão

O autoperdão significa a autoabsolvição de qualquer culpa, ressentimento ou recriminação que cultivamos contra nós mesmos. 



Na infância, a maioria de nós passou por momentos difíceis mesmo que não tenhamos feito nada errado, e tomamos a decisão inconsciente de que a culpa era nossa. Éramos vítimas inocentes (por assim dizer) que continuaram a se culpar até que se tornaram vitimizadores. Vestimos o capuz de algozes, passamos a não ver com mais clareza a fronteira entre o que era nosso e o que não era e não conseguimos mais fazer essa distinção. Éramos aqueles que se responsabilizavam por coisas que nem mesmo tínhamos feito e depois usávamos essas coisas para nos martirizar, repetidas vezes. Nós nos culpamos por termos sido molestados, abandonados, enganados, traídos, passados para trás ou trapaceados. Já é ruim o suficiente ter culpa por coisas para as quais colaboramos, mas, além disso, jogamos sal na ferida responsabilizando-nos pelos crimes dos outros.




O autoperdão é um processo libertador que começa no momento em que dizemos a verdade e nos tornamos suficientemente compassivos e humildes para dizer que sentimos muito por todas as maneiras com as quais, conscientemente ou não, nós nos ferimos e ferimos os outros. Assim como temos que separar o "pecado" do "pecador" para perdoar aqueles que cometeram atos de negligência, violência ou má fé contra nós, precisamos agora separar a nossa pessoa dos atos que cometemos contra nós mesmos e contra os outros. Temos de aprender a separar as nossas ações de quem somos como pessoas. Se não fizermos isso, teremos que sofrer as consequencias de conviver com uma versão derrotada de nós mesmos.




Perdoar significa baixar a chibata com que nos açoitamos. Significa deixar para trás todas as mensagens interiores torturantes e autoinduzidas que repetimos vezes sem conta em nossa mente e optar pela paz em vez da dor, pela gratidão em vez da culpa, pelo amor em vez da guerra. Significa perdoar-nos por todas as pessoas que ferimos - direta ou indiretamente - e por todos os atos de violência que cometemos contra o nosso próprio corpo , mente e psique. Significa perdoar-nos pelos erros que cometemos, por todas as expectativas e padrões alto demais e por não sermos perfeitos - em outras palavras, por sermos humanos. O perdão nos convida a fazer correções internamente e depois nos perdoar pelas coisas detestáveis e às vezes horripilantes que fizemos contra as outras pessoas.




O perdão serve para curar o seu eu emocional e acabar com a vergonha que você carrega. Trata-se de um diálogo entre você e as partes mais delicadas e íntimas do seu ser - uma conversa particular escrita por você para você. É ai que a cura acontece. Quando nos perdoamos, pegamos de volta a energia que tínhamos dado aos outros e a redirecionamos para o nosso próprio coração cheio de ternura. O autoperdão é o único caminho para nos dar o amor e a compaixão que merecemos. Quando abrimos mão dos ressentimentos e remorsos do passado, tomamos consciência da jóia que somos e do valor que temos. Internalize essa verdade: o autoperdão é um doa antídotos mais poderosos da vida para tratar a grande dor que existe no coração do mundo.

Fonte: Debbie Ford

Quais as crenças que estão criando a sua realidade?



As crenças, segundo Andrea Lages e Joseph O'Connor, são as regras da vida, as regras pelas quais você vive. Estas regras podem ser libertadoras e positivas, mas também podem ser limitantes e negativas.
Formamos nossas crenças como resultados de nossa experiência. Em seguida, procedemos como se fossem verdadeiras. Sob certo sentido, elas são profecias auto-realizáveis. Se você acreditar que é uma pessoa agradável, você agirá dessa forma, abordará pessoas abertamente, será agregário e apreciará estar na companhia de outras pessoas. Elas, portanto, lhe darão feedbacks que confirmarão sua crença. Pensamos que as crenças são formadas pelas nossas experiências, mas igualmente experiências são o resultado de nossas crenças.
Isto significa que você pode escolher suas crenças. Se você gosta dos resultados que obtém mantenha suas crenças. Se não gosta dos resultados, atue de outra forma e mude-as. Agora, para uma reflexão, quais as crenças que estão criando a sua realidade?

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

A força do perdão

O perdão é o santo remédio do coração doente. É o elixir mágico que garante uma vida muito além da programação humana automática. É a única porta para um futuro livre da dor. Do seu solo fértil, do ponto de vista emocional e espititual, o perdão contém uma quantidade exorbitante de amor, saúde, paz, vitalidade e sucesso. 




Se negarmos a dádiva do perdão a nós mesmos e aos outros, garantimos uma vida de dor, infortúnio e excruciante repetição. 




Para curar a cisão entre o nosso lado "escuro" e o nosso eu superior, precisamos aprender como nos perdoar pelas nossas imperfeições, pelos desejos conflitantes, pelos anseios poucos saudáveis, pela mente crítica e pelos pensamentos cínicos. Temos de fazer as pazes com os aspectos da nossa vida e do nosso "eu" que ignoramos, negligenciamos, violamos, traímos e odiamos - até mesmo das maneiras mais sutis.




 Precisamos nos perdoar por todas as segundas intenções e posturas supostamente virtuosas que nos levararm a acreditar que somos melhores ou piores que os outros e que estamos separados deles. Também precisamos perdoar aqueles  que nos magoaram, mentiram para nós, nos decepcionaram e nos traíram, pois só então poremos um fim nos ressentimentos, nas batalhas e nas lutas egóicas que nos paralisam e roubam nossa força vital.




Para o ego ferido, perdoar é o mesmo que admitir a derrota. Da perspecticva limitada do ego ferido, o verdadeiro alívio e compensação só pode vir da acusação, do ódio e da vingança. O nosso ego defende a sua preciosa vida por meio da nossa atitude moralista, de quem está sempre com a razão, e por meio da nossa ira, e essas duas coisas se tornam nosso prêmio de consolação. A dor que carregamos em resultado dos erros que, aos nossos olhos, os outros cometeram contra nós torna-se parte da nossa identidade e descobrimos um tipo de conforto doentio na infelicidade que cultivamos. Para alguns de nós, ser infeliz é melhor que perdoar e iniciar uma mudança positiva na vida. Resistimos a soltar a nossa dor porque não queremos desistir do rótulo de vítima.




Nós só alimentamos ressentimentos quando ainda estamos tentando provar que estamos certos e a outra pessoa, errada. Talvez ainda estejamos lutando para mudar o que aconteceu no passado ou tentando recuperar o controle sobre as circunstâncias do presente. Talvez ainda amamos a pessoa que nos magoou, por isso preferimos nos ligar a ela de um jeito negativo a não ter ligação nenhuma. Ou talvez essa pessoa tenha se tornado agora a nossa desculpa para o fato de não estarmos vivendo a vida que queríamos viver, de estarmos empacados na vida ou de vivermos nos torturando. Essas são somente algumas razões por que cultivamos ressentimentos. Mas não importa a razão, se quisermos sair dessa situação, ter uma vida melhor do que temos no momento, precisamos perdoar.




Faça-se algumas perguntas e  tente descobrir as dádivas que o levam ao perdão:


  • Como posso utilizar essa experiência para me tornar o tipo de pessoa que a minha alma quer ser?
  • Como posso utilizar essa experiência de modo que os outros possam aprender comigo e talvez superar uma experiência difícil na vida deles?
  • Como posso aproveitar essa situação para curar as minhas dores emocionais?
  • Como posso aproveitar essa lição para ajudar a melhorar tudo a minha volta, inclusive eu, as pessoas e o planeta?

Dê a você mesmo a permissão para sentir, ficar com você e aceitar toda a raiva e a mágoa que está guardando. Saia da sua cabeça, onde pode justificar e racionalizar toda a sua dor e vá para o coração da sua criança interior - a parte em você que aprendeu a se agarrar à dor como forma de se proteger. Dê a você, de braços abertos, o espaço interno necessário para fazer um tipo de trabalho de cura que o leve a deixar o passado para trás, a perdoar-se e perdoar as outras pessoas. Reconheça o aspecto do seu ser que prefere se apegar à sua história, à sua posição, às suas evidências, e às suas razões a assumir responsabilidade e parar de se culpar. E só para ser mais clara: nós não perdoamos pelo bem da outra pessoa. Perdoamos pelo nosso próprio bem. Perdoamos para nos libertar. 




Os nossos ressentimentos dão aos outros o nosso poder, a nossa preciosa força vital e a capacidade de expandir a nossa paz e felicidade. Eu recomendo que você os pegue de volta. Perdoe.
Para encontrar as dádivas do passado precisamos nos distanciar do nosso ego ferido, vitimado e ver com os olhos do nosso eu superior. Quando me perdôo e me aceito, só ai tenho a capacidade de perdoar e aceitar o outro, porque o perdão nada mais é que aceitar e compreender que as pessoas agem de acordo com a consciência, conhecimento e capacidade que possuem naquele momento. A partir dessa visão, aceito e compreendo e consequentemente deixo o passado ir e me liberto, simplesmente porque compreendi. Não com a cabeça, mas com o coração.




O perdão aos outros é uma prova de que nos amamos o suficiente para sermos capazes de dizer adeus, de seguir em frente e deixar o passado para trás.

Baseado em textos da autora Debbie Ford



domingo, 22 de janeiro de 2012

O uso dos medicamentos como mecanismo de fuga

"Um levantamento feito pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aponta que calmantes foram os remédios controlados mais vendidos no Brasil entre 2007 e 2010."




Essa é a nossa triste realidade, cujas pessoas acham normal e aceitável deixar que os medicamentos determinem os seus hábitos e direcionem  suas vidas. Não estou discutindo aqui a eficácia dos remédios ou os seus benefícios, e sim o  uso indiscriminado, portanto irresponsável, desses como meio de se abster das escolhas e mudança de hábitos. As pessoas querem dormir, querem emagrecer, querem sentir bem-estar,  mas, em contrapartida, não querem se comprometer na conquista desses estados. Querem resultados rápidos e não querem fazer nenhuma mudança. Se drogam e acreditam que realmente querem ser felizes. No entanto, as pessoas nem sabem mais o que é  felicidade. Abdicando de seu poder pessoal de criar sua própria realidade, simplesmente optam pela escolha mais cômoda de ingerir um remédio quando querem se sentir bem. E se sentem,  mas dura pouco. E querem mais. 
É importante que nos conscientizemos de que, quando os sentimentos e pensamentos surgem, fugir não irá adiantar. E é nisso que o excesso e o uso inadequado de medicamentos se transformou: num mecanismo de fuga.
Quer dormir? Quer emagrecer? Quer ser feliz?
*Investigue o real motivo da sua disfunção
*Trate as causas
*Sinta as emoções que precisam ser sentidas
* Faça atividade física
*Cuide da sua alimentação
*Ame-se
* Mude os hábitos que são nocivos
* Esteja em contato com a natureza
*procure um profissional que possa te ajudar e que tenha uma visão integral

ou seja: 

AJA! Coloque-se em movimento para compreender o processo pelo qual está passando, não fuja de você! 
Como dizia Carl Jung:

"Não saias, é no interior do homem que habita a verdade."


sábado, 14 de janeiro de 2012

Liberte-se das crenças que limitam a sua vida

O que é uma crença? A crença é tudo aquilo em que se acredita. E tudo aquilo que se acredita torna-se real, segundo a mais importante de todas as leis mentais. Nós temos total controle sobre os pensamentos que temos conscientemente, porém, existem aqueles pensamentos que estão em nosso subconsciente e são formados pelas nossas crenças, ou seja, aquilo que elaboramos mentalmente de acordo com o que acreditamos. Essas crenças, que estão em nosso subconsciente, são aquilo que acreditamos sobre nós e muitas vezes nem temos consciência sobre elas. 




Quando essas crenças são positivas, ótimo! O ruim é quando são negativas e, nesse caso, as chamamos de crenças limitantes. São limitantes porque impedem nosso desenvolvimento, nossa prosperidade e nosso bem-estar. Mas, repito, muitas vezes não sabemos que temos essas crenças. As crenças geralmente surgem e são estruturadas na primeira infância até os 7 anos, em média. Logicamente, com o decorrer dos anos, podemos modificá-las, mas grande parte delas continua viva e presente em nosso subconsciente com a mesma emoção e significado da nossa infância. 




E assim vamos estruturando nossos pensamentos, comportamentos, emoções e atitudes a partir delas. Temos vários exemplos disso: aquele ciúme exagerado e desproporcional (aparentemente sem motivo), muitos medos tidos como "infundados", aquele sentimento de não ser bom o bastante, entre outras. As crenças são formadas de forma rápida, através de uma experiência repentina e ligada a emoções muito fortes, ou de forma lenta, pela soma de experiências onde existe o mesmo significado e emoções semelhantes. Em qualquer um dos dois tipos, a forma mais eficaz de trabalhar essas crenças limitantes é entrar em contato com a experiência que deu origem a elas, onde a emoção surgiu pela primeira vez e as convicções se formaram, para que, dessa forma, possamos dar a essas crenças um novo significado.




Alguns exemplos de crenças limitantes:
  • "Eu preciso...mas..."
  • "O que vem fácil vai fácil"
  • "Eu sempre fico...quando..."
  • "O mundo é uma luta, é uma selva."
  • "O mundo cheio de pessoas ruins e dificeis"
  • "Ninguém gosta de mim."
  • "Não posso demonstrar minhas emoções."
  • "Eu não consigo."
  • "Sou desse jeito mesmo não posso mudar."
  • "Eu nasci assim."
  • "Acho muito difícil."
  • "Eu preciso de...para ser feliz"




Sendo assim, quando acreditamos veementemente, mesmo que de forma inconsciente, que uma coisa é verdadeira, o nosso cérebro recebe essa informação do nosso subconsciente e manifesta essa realidade, criando os acontecimentos.
Primeiramente, devemos analisar todos os pensamentos que costumamos ter com frequência e o que estamos manifestando em nossa vida, para termos uma ideia das crenças limitantes que possuímos. Depois, devemos trabalhar as emoções ligadas à origem dessas crenças e ressignificá-las. Substituir um pensamento por outro, dando outra informação, já é um bom começo. Precisamos trabalhar o lado positivo da nossa mente e utilizar mecanismos conscientes e subconscientes para a concretização das informações que queremos manifestar. Exemplo: pense na crença limitante que deseja substituir pela nova informação, depois visualize essa informação com o maior número possível de detalhes, formando uma imagem holográfica  e, posteriormente, sinta-a como se fosse real. Dessa forma, a essa imagem você agregou  pensamento e sentimento, o que  fortalecerá a nova informação, que poderá substituir a crença indesejada. 




Lembre-se sempre: suas crenças são adquiridas e não inatas! Portanto, liberte-se, jogue fora todo o lixo mental. Mude suas crenças e manifeste a vida que deseja e acredita! 

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

O que lhe falta para estar em paz?


A sensação de que lhe falta algo para ser feliz é familiar? Esse é o sentimento de estar desconectado e “separado” de nós mesmos. É o sentimento de incompletude.

Lama Gangchen Riponche diz:


“Freqüentemente sentimos falta de algo quase imperceptível, algo que não é mental, intelectual. Até mesmo nas situações privilegiadas, em que pensamos estar satisfeitos, logo surge esse sentimento sutil de que algo nos falta. Temos, então, a prova de que a vida material não é suficiente, e saímos em busca de algo mais espiritual. Esse algo que nos falta é tocar nosso próprio potencial de paz.”


É importante entendermos que tudo o que procuramos fora de nós se encontra em nosso interior. Justamente por isso procurar a paz fora pode nos levar para mais longe dela. 
Para que possamos procurar algo precisamos criar uma imagem, uma projeção. Para procurar a paz eu crio um conceito e um modelo de paz e passo a procurar aquilo que criei, a minha projeção, o meu modelo. Só que o modelo, a projeção  só existe na minha mente. É como se desesperássemos para chegar a um lugar, porém, não há um lugar. Não podemos entender a paz pela mente, nem tão pouco conceituá-la. A paz não pode ser idealizada, somente reconhecida. 

 
Portanto, não precisamos mais esperar, nem tão pouco procurar algo que nos fará inteiros e felizes. A busca acaba aqui. Podemos reconhecer os estados de calma da nossa mente como nosso maior bem.  Primeiramente reconhecemos a paz interna, para depois, desenvolvê-la. Precisamos entrar em contato com a calma e o bem-estar até mesmo para podermos desenvolver mais desses estados. Então, o primeiro passo é: reconhecer a presença de uma mente satisfeita, tranqüila. Ao aprender reconhecer nosso estado de paz e satisfação, estaremos treinando a confiança em nosso potencial de entrega e relaxamento. A inquietação nunca trará paz. Só a paz gera a paz. Sendo assim, devemos reconhecer os estados de paz e bem-estar para podermos gerar mais desses estados. 

  
Podemos começar identificando alguns estados de satisfação que são gerados no nosso dia-a-dia:
no momento de dormir, o alívio da sede ao tomar um copo d’água, o relaxamento num banho morno, a cena de um filme etc. 

 
Ao começarmos reconhecer esses momentos e estados, mais destes momentos e estados estaremos criando na nossa vida. Isso acontece porque vamos começar a fazer conexões neurais para viver o momento presente e reconhecer o positivo. Temos grande facilidade para identificar os sentimentos negativos, os momentos  negativos. Mas e os positivos? Devemos nos treinar para identificar esses momentos  de satisfação e consequentemente estaremos nos sintonizando com esses momentos e criando mais deles em nossa vida! Só  nos sentiremos mais enraizados, entregues e seguros em nosso mundo interior quando ele for mais positivo. E assim estaremos finalmente reconhecendo e manifestando a paz em nossas vidas. Finalmente conectados conosco seremos capazes de tocar nosso próprio "potencial de paz".


domingo, 18 de dezembro de 2011

A doença como manifestação da consciência

O ser humano é um todo composto por um complexo que envolve corpo-mente-emoções-espírito formando assim uma unidade. Essa deveria ser a visão de toda a área da saúde que trabalha com objetivo terapêutico. Porém, a área de saúde ortodoxa perdeu de vista a totalidade do ser humano transformando-o em meros fragmentos. 




É inquestionável o avanço da ciência e da saúde nos últimos tempos, porém o que se desenvolveu, no geral, foram poderosas armas de curar fragmentos, pedaços, partes. Joelhos, fígados, estômagos, cotovelos e pulmões são tratados com procedimentos de ponta, demonstrando os mais atuais e mais avançados recursos, no entanto o ser humano continua doente. Infelizmente, perdeu-se de vista a sua totalidade. 




Costuma-se falar das mais diferentes doenças. Mas existe um mal entendido geral que envolve o conceito doença. Doença só pode ser usada no singular, assim como saúde. Não existem "doenças", como não existem "saúdes". Doença e saúde são conceitos singulares, pois se referem a um ESTADO das pessoas, e, não como se costuma dizer hoje com frequência, a órgãos ou partes do corpo. O corpo nunca está só doente ou saudável, visto que nele se expressam realmente as informações da consciência. 




A consciência apresenta informações que se manifestam no corpo e que se tornam desse modo visíveis. O pulso e o coração seguem determinado ritmo, a temperatura corporal é mantida em equilíbrio, as glândulas secretam hormônios e anticorpos são formados. Essas funções não podem ser explicadas por termos puramente materiais. Pelo contrário, cada uma delas depende de um padrão correspondente de informação, cuja origem é a própria consciência. Quando as várias funções corporais se desenvolvem em conjunto, segundo uma determinada maneira, aparece um modelo que sentimos como harmonioso e que, por isso, recebe o nome de saúde. 




Se uma função falha, ela compromete a harmonia do TODO e então falamos em doença. Portanto, a doença é a perda relativa da harmonia, que acontece na consciência e se mostra pura e simplesmente no corpo. Conclui-se então que a consciência de uma pessoa se desequilibra e o fato se torna visível e palpável na forma de sintomas corporais. 




E é por isso que é uma insensatez afirmar que o corpo está doente; só o ser humano pode estar doente e esse "estar doente" se manifesta no corpo através dos sintomas.

Inspirado nos estudos de Rüdiger Dahlke

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

O controle das doenças inflamatórias nas suas mãos

As doenças inflamatórias como as artrites e demais "ites" que nos afetam são completamente controláveis no novo paradigma da saúde integral. Existem várias orientações que podem ser seguidas para diminuir a inflamação e se proteger da dor debilitante. Algumas dicas e orientações:


  • Coma alimento simples não processado




Prepare o alimento inteiro, com tantos ingredientes orgânicos e integrais que você consiga encontrar. Inclua mais alimentos crus nas refeições.

  • Coma gorduras "boas"




Quanto mais gordura animal (isto é, colesterol) na sua dieta e menos gorduras vegetais e ômega 3, tanto mais "raivoso" fica seu sistema imunológico. Os ecosinoides e prostaglandinos são os analgésicos naturais do corpo e eles são feitos de ômega 3. Portanto, precisamos de gordura, mas a grande questão é conseguir as "limpas".

Algumas fontes de ômega 3:

- Peixes oleosos de água fria (atum, arenque, sardinha, cavala e salmão)
- Azeite
- Rúcula
- Espinafre
- Linhaça
- Sementes de Sálvia

  • Limpe seu fígado e outros órgão internos (desintoxicação)
  • Mantenha-se em movimento. 




Faça exercícios para manter suas articulações flexíveis e tenha cuidado em não mergulhar no sedentarismo conforme você envelhece.

  • Pratique o perdão, uma emoção curativa poderosa. Perdoe os outros, mas perdoe principalmente a você mesmo.



  • Reduza o estresse




Aprenda a meditar, faça yoga ou use técnicas de relaxamento.

  • Pratique afirmações




Fale com o seu corpo diga: "Eu o amo. Eu amo meu joelho (ou outra parte do corpo que esteja com processo inflamatório) que está se renovando a cada dia, porque eu o estou tratando bem."

  • Perca peso se você precisa
Quilos extras colocam mais tensão em suas articulações, portanto, assuma uma dieta de perda de peso.

Ame-se! Aprenda a se cuidar e cure-se.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

O estado de alerta e o mecanismo de estresse

O estado de alerta é uma necessidade básica, porém, quando se torna excessivo desencadeia inúmeros mecanismos de estresse. A grande questão é que o homem foi feito para achar problemas e enxergar os riscos de tudo. Essa é a nossa herança pré-histórica: precisamos ser capazes de perceber as ameaças do ambiente para termos mais chances de sobreviver. Devido a isso temos uma tendência muito maior em perceber mais o negativo que o positivo. É uma questão de "sobrevivência", e dessa forma, transformamos o medo numa experiência constante.


Com a evolução, o homem foi tendo cada vez mais condições de se defender e de sobreviver. Porém, continuamos buscando ameaças no ambiente e ficamos conectados com o estado de alerta e medo. Normalmente nos deixamos contaminar por  informações que exarcebam em nós esses estados e nos deixam em constante vigília, assim, vemos perigo em tudo, ficamos com mania de perseguição, focamos no negativo e nos sentimos ameaçados o tempo inteiro. Estamos sempre em estresse.


Quimicamente, o mecanismo de estresse é muito sensível. Só o fato de nos vermos sem perspectiva de futuro já desencadeia fenômenos adaptativos e respostas ao estresse em todo nosso organismo e, consequentemente, dormimos mal, não fechamos os ciclos dos conflitos, sofremos disfunções orgânicas e nos desequilibramos ainda mais  emocional, mental e fisicamente.



O estado de atenção saudável é aquele que nos mantém conscientes de onde estamos. Enfim, registramos o que acontece sem tentar controlar os acontecimentos. Não colocamos resistência, não nos concentramos na atitude de controle. Ficamos presente no aqui e agora.


Como evitar os desequilíbrios do estresse na sua vida:
  • Durma bem. Tenha momentos de calma antes de dormir para uma boa secreção de melatonina (hormônio que ajuda no processo de restauração através do sono e harmonização de nossas memórias, entre outras coisas). Exercícios respiratórios podem ajudar a relaxar. Dicas em: http://alessandraparrela.blogspot.com/2011/11/aprenda-relaxar-e-revolucione-sua.html
  • Desenvolva  a calma que é, sem dúvida, um estado regenerador do equilíbrio básico. A meditação, o relaxamento e os estados contemplativos ajudam bastante a alcançar esse estado.
  • Acalme a  sua mente. O simples fato de se concentrar, diariamente, durante 15 minutos na respiração vai  acalmar a sua mente.
  • Cultive pensamentos positivos.
  • Agradeça, pois a gratidão verdadeira é o sentimento mais poderoso que existe. Inicie o seu dia agradecendo tudo o que você é e possui.
  • Aceite-se e ame-se. Estenda isso o máximo que puder ao outro.
  • Faça o exercício diário de enxergar o lado positivo de todas as coisas. Foque o positivo. Aceite o lado "negativo".
Cultive o bem-estar neste momento, AGORA! 

sábado, 29 de outubro de 2011

A importância do intestino para a felicidade

Atualmente, o intestino e a sua relação com o cérebro vem ganhando destaque e chamando cada vez mais a atenção da área médica. O sistema nervoso entérico (rede de neurônios que integram o sistema digestivo) é conectado ao cérebro pela medula espinhal e pelo nervo vago. O fluxo de informação que vai do intestino para o cérebro supera em muito o fluxo que vai do cérebro para o intestino. Isso mostra, claramente, a independência desse sistema e a importância do intestino para a saúde integral.


O sistema entérico produz substâncias que regulam o estado de ânimo e as nossas emoções, como os neurotransmissores serotonina e dopamina, e opiáceos que modulam a dor. 

A grande quantidade de neurotransmissores no intestino evidencia a riqueza e a complexidade do sistema nervoso abdominal que, além de transportar e absorver os alimentos consumidos, tem relação direta com a regulação do nosso humor e com as nossas defesas imunológicas. Os alimentos devem percorrer o tubo digestivo a uma velocidade ideal, para que o bolo fecal ou alimentar não fique retido, em lugar algum, mais do que o tempo necessário para que não seja gerada situações desastrosas a nível de saúde física, mental e emocional.
A serotonina é o neurotransmissor responsável pelo prazer, alegria, bem-estar e auto-estima. Descobriu-se atualmente que, em média, 90% da serotonina do corpo é produzida no intestino. 

 

Dessa forma, quando há falta da serotonina em decorrência de uma má alimentação ou alguma disfunção intestinal, há falta no corpo todo e isso pode gerar: desânimo, falta de memória, cansaço e depressão, diminuição da auto-estima e auto-confiança. Conhecida como a substância da felicidade, na falta dela, todo o organismo se descontrola.

"Quando analisamos o fato de que o intestino é fundamental na formação da serotonina, nada mais é preciso acrescentar. A alegria e a inteligência emocional, de que tanto precisamos para viver bem, começam realmente a partir do intestino! Por isso só nos resta garantir a esse fantástico órgão matérias-primas de primeira qualidade, o que conseguimos com uma alimentação saudável. Ele, inteligentemente, se encarregará de garantir nossa saúde e nossa felicidade."
(Hélion Póvoa - Livro: "O cérebro desconhecido")

Dicas para a manutenção de um intestino saudável:
  1. Alimentação saudável e balanceada (preferencialmente, procure um (a) bom (boa) nutricionista)
  2. Ingerir fibras
  3. Beber bastante água
  4. Preferir não consumir alimentos que "maltratem" seu intestino, como corantes, conservantes e frituras
  5. Ingerir vegetais folhosos, legumes, verduras, frutas, alimentos integrais
  6. Evitar o açúcar
  7. Evitar alimento com glúten
  8. Praticar atividade física regularmente
O intestino funcionando de forma saudável aumenta a qualidade do sono, a sensação de bem-estar, o otimismo, o bom humor, a capacidade de atenção e raciocínio. Os pensamentos ficam mais leves e a vida mais prazerosa!